Dr. Vitor Torturella | CRM-RJ 901849 | RQE: 31033
Oftalmologista com +3.000 cirurgias. Medicina UNIRIO (1º lugar). Residência Oftalmologia HFL (1º lugar). Título CBO e MEC. Validado EUA (ECFMG). Diretor Médico Instituto Médico Viver.
Convênio cobre cirurgia refrativa? Em muitos casos, sim — e a maioria das pessoas não sabe disso. O Rol de Procedimentos da ANS prevê cobertura obrigatória da cirurgia refrativa (PRK ou LASIK) para faixas específicas de grau, e quem se encaixa pode operar pelo plano. O Dr. Vitor Torturella (CRM-RJ 901849) explica as regras, como acionar a cobertura e o que fazer quando o grau fica fora da faixa.
O que o Rol da ANS prevê
Pela diretriz de utilização do Rol da ANS, a cobertura da cirurgia refrativa é prevista, em regra, para:
- Miopia moderada e grave: de 5 a 10 graus, com ou sem astigmatismo associado (até 4 graus);
- Hipermetropia até 6 graus, com ou sem astigmatismo, conforme a diretriz;
- Idade a partir de 18 anos;
- Grau estável há pelo menos 1 ano, documentado.
As diretrizes de utilização são atualizadas periodicamente pela ANS — os critérios acima refletem a regra geral vigente e devem ser confirmados com a sua operadora no momento do pedido.
Como acionar a cobertura, passo a passo
- Consulta oftalmológica completa — refração atual e histórico do grau (receitas antigas ajudam a comprovar estabilidade);
- Exames pré-operatórios — topografia de córnea e paquimetria, que também confirmam se você é candidato do ponto de vista médico (veja os 3 exames que decidem);
- Laudo e pedido médico — relatório fundamentado com grau, estabilidade e indicação da técnica;
- Autorização da operadora — o plano tem prazos regulados para responder pedidos de procedimentos eletivos;
- Negativa? Peça por escrito — com o laudo cumprindo a diretriz, é possível contestar e registrar reclamação na ANS.
Grau menor que 5? Veja o que ainda dá para fazer
Quem tem miopia abaixo de 5 graus não entra na cobertura obrigatória — mas isso não significa pagar tudo do zero:
- Consultas e exames pela rede credenciada — boa parte do processo pré-operatório pode rodar pelo convênio, reduzindo o custo total;
- Cirurgia particular parcelada — com planejamento, o investimento cabe no orçamento; veja quanto custa a cirurgia para tirar óculos no RJ, incluindo a conta de quanto se gasta por ano com óculos e lentes sem operar;
- Reembolso — planos com livre escolha podem reembolsar parte dos honorários; verifique sua tabela.
Documentos que aceleram a autorização
- Receitas de óculos dos últimos 2 anos (provam estabilidade do grau);
- Topografia e paquimetria recentes;
- Laudo oftalmológico com indicação e CID;
- Pedido médico no padrão da operadora.
Perguntas frequentes sobre convênio e cirurgia refrativa
Unimed, Amil, Bradesco ou SulAmérica cobrem?
A regra é a mesma para todos os planos regulamentados: quem define é o Rol da ANS e sua diretriz de utilização, não a marca do convênio.
Astigmatismo sozinho tem cobertura?
Em regra, a diretriz prevê o astigmatismo associado à miopia (até 4 graus). Isolado, normalmente não — confirme com a operadora.
Existe carência?
Valem as carências contratuais de procedimentos eletivos — verifique seu contrato.
O plano negou, e agora?
Negativa por escrito + laudo cumprindo a diretriz = base para contestação na operadora e reclamação na ANS.
Agendar avaliação
O primeiro passo é descobrir se o seu grau e a sua córnea se encaixam — tanto na diretriz da ANS quanto nos critérios médicos de segurança. Na consulta de avaliação, o Dr. Vitor Torturella faz os exames, emite o laudo e orienta o caminho da autorização junto ao seu convênio.



